AULA 14: ESFERA PÚBLICA, TRANSPARÊNCIA E VIGILÂNCIA

MAIA, Rousiley. Democracia e Internet como esfera pública virtual. MOTTA, Luiz Gonzaga (org.). Estratégias e culturas da comunicação. Brasília: UnB, 2002.

Texto Complementar

BRUNO, Fernanda. Monitoramento, classificação e controle nos dispositivos de vigilância digital. Revista FAMECOS Porto Alegre nº 36 agosto de 2008

DAUBS, Michael S.  The Myth of an Egalitarian Internet: Ocuupy Wall Street and the Mediatizations of Social Movements. International Journal of Digital Television 8, no. 3 (2017): 367-82.

PASQUALE, Frank. A Esfera pública automatizada: The Automated Public Sphere. Líbero. ANO XX – No 39 JAN. / AGO. 2017

SILVA, Daniela. Transparência na esfera pública interconectada e dados governamentais abertos. 1a ed. – São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil : Maracá – Educação e Tecnologias, 2010.

DELEUZE, Giles. Pos-Scriptum: Sobre as sociedades de controle. Conversações, 1972–1990. Rio de Janeiro: Ed.34, 1992

You Think You Want Media Literacy… Do You? – danah boy, Points, 09/03/2018


A Field Guide to Fake News and Other Information Disorders – Public Data Lab

WhatsApp is causing a serious fake news problem in Brazil – VICE –By Noah Kulwin Jan 17, 2018

How did the news go ‘fake’? When the media went social – Claire Wardle and Hossein Derakhshan -The Guardian – Friday 10 November 2017 10.00 GMT

Entre o assombro e a assombração – Cruzamento de dados oficiais com pesquisa do Ibope indicaque há 5 milhões de filiadosfantasmas a partidos políticos no Brasil – por José Roberto de Toledo – PIAUÍ – 19 de janeiro de 2018

‘Fake News’: Wide Reach but Little Impact, Study Suggests – Benedict Carey – The New York Times. 02/01/2018

É falso ou é notícia – Agência Lupa (educação)The spread of true and false news online –Soroush Vosoughi,Deb Roy, Sinan Ara. Science  09 Mar 2018:
Vol. 359, Issue 6380, pp. 1146-1151

These are the three types of bias that explain all the fake news, pseudoscience, and other junk in your News Feed – Indiana University researchers “have found that steep competition for users’ limited attention means that some ideas go viral despite their low quality — even when people prefer to share high-quality content.” –By Giovanni Luca Ciampaglia and Filippo Menczer – NiemanLab, June 20, 2018, 4:11 p.m.

Half of mobile-only news consumers find news on social media, but few engage with further news content – By Jee Young Lee, News & Media Research Centre – Posted on November 9, 2017

A crise do jornalismo segundo o poder de distribuição das mídias sociais – Blog do Fábio Vasconcelos. Data: 3 de dezembro de 2017

WARDLE, Claire. Combater a desinformação é como varrer as ruas – Por Angela Pimenta Observatório da Imprensa, 14/11/2017

Facebook para Jornalismo: entenda o projeto da rede social -Ferramentas da iniciativa estão em fase de testes naplataforma de Mark Zuckerberg – Por Gabrielle Lancellotti, Techtudo – 21/07/2017 16h56

Pesquisa do Instituto Reuters revelaporqueleitoresdesconfiam da mídia – Ricardo Bilton, Nieman Lab | 19/12/17

ELAS VÃO HACKEAR O MUNDO – Marcela Morgado – TRIP, 05/04/2018

Social media news users avoid news because it makes them feel bad – Posted By Jee Young Lee, News & Media Research Centre on December 4, 2017 by digitalnewspluslab MOROZOV, Evgeny. ‘Big Data’ poderia ter impedido o 11 de setembro? Folha de S. Paulo.23/07/2013

É impossível escapar da vigilância – Playground BR, 2018

Depois de três anos de testes, este sistema começou a ser utilizado em algumas regiões do país. Apesar disso, ele não será obrigatório até 2020, caso no final desse período o “Social Credit System” vire realidade. Cada cidadão conta com uma pontuação básica entre 350 e 950 pontos, que estão associados ao documento de identidade chinês. A pontuação será modificada em tempo real, através de um aplicativo, de acordo com as infrações que a pessoa cometer.

Levantamento inédito revela sites e páginas no Facebook que podem influenciar a eleição com fake news – Pablo Ortellado, Marcio Moreto Ribeiro – Revista Época, 28/08/2018

Beyond the Rhetoric of Algorithmic Solutionism -danah boyd – Points – 11/01/2018

GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Européia)

Como as ‘fake news’ podem ser um incentivo à ‘alfabetização midiática’ João Paulo Charleaux NEXO – 22 Jan 2018

How Messenger Kids takes more from families than it gives them -It’s all about the data.  By Casey Newton – The Verge,  Dec 5, 2017, 12:54pm 

Mais de 20 cidades da Grande São Paulo dificultam acesso à informação pública – Agência Mural 14.maio.2018 


More is less

Rolf Dobelli, author of The Art of Thinking Clearly, explains: “News items are bubbles popping on the surface of a deeper world. Will accumulating facts help you understand the world? Sadly, no. The relationship is inverted. The important stories are non-stories: slow, powerful movements that develop below journalists’ radar but have a transforming effect. The more ‘news factoids’ you digest, the less of the big picture you will understand.” –

How the web distorts reality and impairs our judgement skills – Tomas Chamorro-PremuzicThe Guardian 13/05/2014

Entrevista com Icaro Ferraz Vidal Júnior: A totalização digital e o declínio das utopias revolucionárias – MediaLab UFRJ – 08/2018


…quando existirem problemas com a informação, a solução oferecida é normalmenteacrescentar mais informações. A históriados documentos e comunidades apontapara a outra direção – na direção de menos informações e mais contexto… Duguid & Brown, A vida social da Informação


Na era das fake news, brasileiro engana todo mundo e causa incidente diplomático João Filho – The Intercept Brasil –14 de Janeiro de 2018, 9h49

Oficina Antivigilância

Software Livre: para proteger-se da vigilância – André Solnik

Por que publicar mais dados abertos não é suficiente para empoderar os cidadãos – JORNALISMO DE DADOS – Adi Eyal IJnet 11/01/17

(“Mas simplesmente “liberar” dados não é suficiente. Até mesmo a conferência de alto nível da ONU sobre a revolução dos dados na África, realizada no ano passado, reconheceu que é improvável que os cidadãos usem dados abertos e, portanto, os intermediários – ou “infomediários” – devem desempenhar um papel importante”)

CrowdTangle Link Checker (An easy way to see how often a link has been shared, who shared it and what they said. We’ll show you the aggregate interaction results on that link across Facebook, Pinterest and Linkedin. As well, we’ll show the specific Facebook posts, Instagram posts, tweets, and subreddits that mention this link.It works for articles, as well as YouTube videos, Facebook videos, Vines and more.)

Jornalismo profissional domina redes sociais (Folha de S. Paulo) X Imprensa nas redes sociais (Fabio Malini) Cartografia de Controvérsias


Slacktivism é um neologismo da língua inglesa formado pela amálgama das palavras slack e activism, o que significa “ativismopreguiçoso” ou “ativismo de preguiçosos”. Apesar do termo, originado em 1995, ter surgido com uma conotação positiva, atualmente o mesmo é usado de forma depreciativa e pejorativa para designar ações e campanhas (em geral, de internet e redes sociais) com pouco ou nenhum resultado prático efetivo em que as pessoas participam apenas para mostrar engajamento, buscar uma identidade ou aliviar consciência ou culpa , apesar de essa assunção não ter sido deduzida pela investigação (Ver: We are social)

Slacktivism operates at three levels.

At the first level, every member of a social network makes a decision of what is important to them, by either passing on the cause-related story or not. Even though this may not look as a productive step at the moment, but it will definitely help in spreading the mission in the long run. When seen from a broader perspective, the act of spreading information and awareness of an issue is generally the first step towards fixing a problem. It is easy as well as convenient, and hence, most slacktivists stick to the first level activities only.

At the second level, Slacktivists may purchase some items to show support for a cause. This commercialism is often denigrated, as most of the times only little or no money actually goes to the cause. This money could have been judiciously used to directly help the cause.

And finally, at the third level, only a small group of people remain, who are ‘moved’ enough to take necessary action. They help the cause by engaging in street protests, organizing rallies, putting political efforts, working with affected people, travelling to problem areas, etc


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