Referências Bibliográficas

ANDERSON, Chris. A Cauda Longa. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006

ARAÚJO, Lucas V.. Apontamentos iniciais sobre a prática do jornalismo de dados à luz da ética profissional. Âncora, v.3, n.2, 2016. Disponível em: http://www.biblionline.ufpb.br/ojs2/index.php/ancora/article/view/30843

BARBOSA, Suzana; TORRES, Vítor. O paradigma “Jornalismo Digital em Base de Dados”: modos de narrar, formatos e visualização para conteúdos. Galaxia (São Paulo, Online), n. 25, p. 152-164, jun. 2013.

BARBROOK, Richard, CAMERON, Andy. The Internet Revolution. Network Notebooks Series – 10 Amsterdam: Institute of Network Culture, ocotober 2015

BENKLER, Yochai. The Wealth of Networks. New Haven : Yale University Press, 2006

BIESTA, G. Giving teaching back to education: Responding to the disappearance of the teacher. Phenomenology and Practice, 6(2), 35–49, 2012.

BOULLIER, D. The MOOCs fad and bubble: Please tell us another story. Inside Higher Ed, December 18, 2012. www.insidehighered.com/blogs/globalhighered/moocs-fad-and-bubble-please-tell-us-another-story

BOYD, danah,CRAWFORD, Kate. Critical Questions for Big Data. Information,Communication & Society, vol 15 n.5, p. 662-679, 2012

BRADSHAW, Paul. The inverted pyramid of data journalism. Online Journalism Blog, 7 jul. 2011. Disponível em: http://onlinejournalismblog.com/2011/07/07/the-inverted-pyramid-of-data-journalism.

BRANCO, Claudia Castelo, MATSUZAKI, Luciano Yoshio. Olhares da Rede. São Paulo: Momento Editorial, 2009

BROWN, John Seely, DUGUID, Paul. A Vida Social da Informação. São Paulo: Makron Books, 2001

CARR, Nicholas. O que a internet está fazendo com os nossos cérebros: a geração superficial. Rio de Janeiro: Agir, 2011.

CASTELS, Manuel. A Galaxia da Internet. Rio de Janeiro : Jorge Zahar Ed, 2003

__________________. O poder da comunicação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2015

CHENEY-LIPPOLD, John. A new Algorithmic Identity – soft biopolitics and the modulation of control. Theory, Culture & Society v. 28 n. 6, 2011 pp. 164-181

COULDRY, Nick. Mediatization or mediation? Alternative understandings of the emergent space of digital storytelling. New Media Society. V. 10, n. 3, p. 373-391, 2008.

COULDRY, Nick. When Mediatization Hits the Ground. In: HEPP, Andreas; KROTZ, Friedrich (org.). Mediatized Worlds: culture and society in a media age. London: Palgrave, 2014, p. 54-70.

COULDRY, Nick,  HEPP, Andreas. The Mediated Construction of Reality. Cambridge, UK; Polity Press, 2017.

CRARY, Jonathan. Técnicas do observador: visão e modernidade no século XIX. Rio de janeiro: Contraponto, 2012

CASTANHEIRA, José Cláudio, POLIVANOV, Beatriz, MAIA, Alessandra. DOES CODEDREAM OF STUFF? Dinâmicas materiais em mídias digitais. Trabalho apresentado ao Grupo de Trabalho Comunicação e Cibercultura do XXV Encontro Anual da Compós,na Universidade Federal de Goiás, Goiânia, de 7 a 10 de junho de 2016

DANIEL, Anna; FLEW, Terry. The Guardian Reportage of the UK MP Expenses Scandal: a Case Study of Computational Journalism. Communications Policy & Research Forum, 15-16 nov. 2010, Sydney.

DOURISH, Paul. The Stuff of Bits. Cambridge/MA; MIT Press, 2017

DAUBS, Michael S., MANZEROLLE, Vincent R. App-centric mobile media and commoditization: Implications for the future of the open Web. Mobile Media & Communication.  Vol. 4  n.1 pp. 52–68, 2016

DELEUZE, Gilles. Post-Scriptum sobre Sociedade do Controle In: Conversações. São Paulo: Ed. 34, 2007.

DUARTE, Fábio, QUANDT, Carlos, SOUZA, Queila. O Tempo das Redes. São Paulo: Perspectiva, 2008

EASLEY, David, KLEINBERG, John. Networks, Crowds, and Markets: Reasoning about a Highly Connected World. Cambridge University Press, 2010 (MANUAL DE ANÁLISE DE REDES)

FOLETTO, Leonardo. Cultura hacker e jornalismo: práticas jornalísticas do it yourself na comunidade brasileira Transparência Hacker. In: VIII Congresso Ulepicc, 2013, Quilmes, Argentina. Anais do VIII Congresso Ulepicc. Quilmes, Argentina: Universidad de Quilmes, 2013.

FUCHS, Christian. Social Media: a critical introduction. London: SAGE, 2014

GARCIA CANCLINI, N. Diferentes, desiguais e desconectados. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2009.

GALLOWAY, Alexander. The Interface Effect. Cambridge/UK: Polity Press, 2012

GANE, Nicholas. Radical Post-humanism: Friedrich Kittler and the Primacy od Technology.Theory, Culture & Society, v. 22 n. 3, pp. 25-41, 2005

GENTIKOW, Barbara. The role of media in developing literacies and cultural techniques.Nordic Journal of Digital Literacy, vol.4 pp. 35-52, 2015

GEOGHEGAN, Bernard. After Kittler: On the Cultural Techniques of Recent German MediaTheory. Theory, Culture & Society vol.30 n. 6 pp. 66–82, 2013

GIKAS, J., & GRANT, M. Mobile computing devices in higher education: Student perspectives on learning with cellphones, smartphones and social media. The Internet and Higher Education, 19, 18–26, 2013.

GROHMANN, Rafael. Estudo de Recepção com Jornalistas: reflexões metodológicas. Revista Parágrafo, v. 1 n.1 pp. 71-82 jan.jun/2013

GILLESPIE, Tarleton. Politics of “Plataforms”. New Media & Society, 2010

________________. A Relevância dos Algoritmos. Parágrafo, v.6 n.1, 2018

GIRARDI Jr, Liráucio. O Estranho Mundo da Informação – e da Materialidade – no campo da Comunicação Trabalho apresentado ao Grupo de
Trabalho Epistemologia da Comunicação do XXV Encontro Anual da Compós, naUniversidade Federal de Goiás, Goiânia, de 7 a 10 de junho de 2016

__________________. De mediações em mediações: a questão da tecnicidade em Martín-Barbero. XVII Encontro dos Grupos de Pesquisas em
Comunicação, evento componente do 40º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação
– Curitiba/PR – 04 a 09/09/2017

GRAEFE, Andreas. Guide to automated journalism. Nova York: TOW Center for Digital Journalism, 2016. Disponível em: http://towcenter.org/research/guide-to-automated-journalism/

GROHMANN, R.; MAURO, R. O Potencial Teórico do Conceito de Midiatização e os Estudos sobre Classes Sociais na Comunicação. Novos Olhares, v. 4, n. 1, p. 246-257, 17 jun. 2015.

GUNKEL, David J. Beyond Mediation: thinking the computer otherwise. Interactions: Studies in Communication and Culture. Vol. 1 n.1 pp. 53-70, 2009

HANSEN, Mark B.N. Media Theory. Theory, Culture & Society vol. 23 n. 2–3, pp. 297–306, maio de 2006.

HANSEN, Mark B.N. New Media In: MITCHELL, W.J.T., HANSEN, Mark B.N. Critical Terms for Media Studies. The University of Chicago Press, Chicago – London, 2010

HAYLES, N. Katherine. The Materiality of Informatics. Issues in Integrative Studies No.10, pp. 121-144, 1992

HEPP, Andreas. As configurações comunicativas de mundos midiatizados: pesquisa da midiatização na era da “mediação de tudo”. Matrizes, São Paulo, v. 8, n.1, p. 21-44, jan/jun. 2014.

HEPP, Andreas; KROTZ, Friedrich (org.). Mediatized Worlds: culture and society in a media age. London: Palgrave, 2014.

HJARVARD, Stig. Midiatização: conceituando a mudança social e cultural. Matrizes, São Paulo, v. 8, n.1, p. 21-44, jan/jun. 2014.

HJARVARD, Stig. Midiatização: teorizando a mídia como agente de mudança social e cultural. Matrizes, São Paulo, v. 5, n.2, p. 53-92, jan/jun. 2012.

ISAACSON, Walter. Os Inovadores: uma biografia da revolução digital. São Paulo:Companhia das Letras, 2014

JOHNSON, Steven. Cultura da Interface. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001

JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. Rio de Janeiro: Aleph, 2009.

JENKINS, Henry, FORD, Sam, GREEN, Joshua. Cultura da Conexão.
São Paulo: Aleph, 2014

LANIER, Jaron. Gadget: você não é um aplicativo. São Paulo: Saraiva, 2010

LAWSON, S., SANDERS, K., & SMITH, L. (2015). Commodification of the information profession: A critique of higher education under neoliberalism. Journal of Librarianship and Scholarly Communication, 3(1): eP1182. http://dx.doi.org/10.7710/2162-3309.1182

LEMOS, André. Cibercultura. Porto Alegre: Sulina, 2008.

LEÃO, Lúcia (org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre
as novas mídias.
São Paulo: Editora SENAC, 2005.

_____________(org.) Interlab: labirintos do pensamento
contemporâneo
. São Paulo: FAPESP: Iluminuras, 2002

LEWIS, Seth; USHER, Nikki. Open source and journalism: toward new frameworks for imagining news innovation. Media, culture & society, v. 35, n. 5, p. 602-619, 2013.

LEWIS, Seth C. , WESTLUND, Oscar. Atores, Actantes, Audiências e Atividades no Trabalho Jornalístico Crossmídia –  Revista PARÁGRAFO V. 4 N.2 2016

LIVINGSTONE, Sonia. On the mediation of everything: ICA presidential address 2008. Journal of Communication, 59 (1). pp. 1-18, 2009

LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. Mediação e Recepção: algumas conexões teóricas e metodológicas nos estudos latino-americanos de comunicação. Matrizes, São Paulo, v. 8, n.1, p. 21-44, jan/jun. 2014

 JOHNSON, Steven. Cultura da Interface. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2001
_______________. Emergência – A dinâmica de rede em formigas, cérebros, cidades e softwares. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.

KITTLER, Friedrich. There is no Software. In: JOHNSTON, John (eds). Literature, Media,Information Systems, Amsterdam: G+B Arts International, 1997, pp 147-155

________________. Gramophone, Film and Typewriter. Stanford/CA: StanfordUniversity Press, 1999.

LAZZARATO, Maurizio. Signos, máquinas e subjetividades. São Paulo: SESC-SP, 2014

LESSIG, Lawrence. Cultura Livre. http://bit.ly/aBOerY

LÉVY, Pierre. Tecnologias da Inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34, 13.reimpressão,2006.

___________. The Philosophical Concept of Algorithmic Intelligence, Spanda Journal special issue on “Collective Intelligence, Vol. 2, pp. 17-25, December 2014,

MACHADO, Irene. Banco de dados como gênero na linguagem das novas mí­dias: as formulações de Lev Manovich. Galáxia, v. 2, n. 3, 2002.

MAIGRET, Éric. Sociologia da Comunicação e das Mídias. São Paulo: Senac, 2010

MANOVICH, Lev.  The Language of New Media. Cambridge/Mass: MIT Press, 2001

______________. Novas mídias como tecnologia e ideia: dez definições. In: LEÃO, Lucia. O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: Ed. SENAC, 2005

______________.  Software Takes Command, New York: Bloomsbury Academic, 2013

MARTÍN-BARBERO, Jésus. . Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro,
Editora UFRJ, 1997.

____________________. Oficio de cartógrafo. Travesías latinoamericanas de la comunicación em la cultura.México: Fondo de cultura económica, 2002.

____________________.
Pistas para entre-ver meios e mediações. Dos meios às mediações – Comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Editora
UFRJ, 2003. (Prefácio à 5a edição).

____________________.Tecnicidades, identidades, alteridades: mudanças e opacidades da comunicação no novo século. In: MORAES, Dênis (org.). Sociedade Midiatizada.Rio de Janeiro: Mauad, p. 51-79, 2006

________________________. Comunicação Social e Mudança tecnológica: um cenário de múltiplos desordenamentos. In:MORAES, Dênis (org.). Sociedade midiatizada. Rio de Janeiro: Mauad, p. 51-79, 2006

MARTINO, Luís Mauro Sá. Teoria das Mídias Digitais. Petrópolis/RJ: Vozes, 2014

MIELNICZUK, Luciana; TRÄSEL, Marcelo. Jornalismo guiado por dados como inovação profissional e seus desafios para a  educação. Contemporânea, v.15, n.2, 2017.

Disponível em: https://portalseer.ufba.br/index.php/contemporaneaposcom/article/view/21510

MILLER, Paul D., MATVIYENKO, Svitlana. The Imaginary App.
London: The MIT Press, 2014

MORLEY, D.; SILVERSTONE, R. Domestic communication: technologies and meanings. Media, Cultura and Society. London: Sage, v. 12, p. 31-55, 1990.

ORTON-JOHNSON, Kate, PRIOR, Nick. Digital Sociology: Critical
Perspectives
, London: Palgrave MacMmillan, 2013

PALÁCIOS, Márcio. Fazendo Jornalismo em Redes Híbridas: Notas para discussão da Internet enquanto suporte mediático. Artigo produzido para discussão na Lista JnCultural, em fevereiro
de 2003, disponível no site da FCA, PUC Minas Gerais: http://www.fca.pucminas.br/jornalismocultural/m_palacios.doc 
acessado em 27.01.2012

PARIKKA, Jussi. Afterword: Cultural Techniques and Media Studies. Theory, Culture &Society. pp. 1–13, 2013

PAPACHARISSI, Zizi, STREETER, Thomas, GILLESPIE, Tarleton  Culture Digitally: Habitus of the New, Journal of Broadcasting & Electronic Media, vol. 57 n.4, pp 596-607, 2013

PARISER, Eli. O Filtro Invisível: o que a internet está
escondendo de você
. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.

RAYMOND, Eric. A catedral e o bazar, 1998. Disponível
em: <http://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/>. Acesso em: 11
de março de 2009

RECUERO, Raquel. Introdução à Análise de Redes online. Coleção
Cibercultura/Lab404 (EDUFBA), 2017 Disponível em:
https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24759

RÜDIGER, Francisco. Elementos para uma crítica da cibercultura. São Paulo: Hackers, 2010.

____________________. Notas sobre o pós-humanismo. In: TRIVINHO, Eugênio (org.).Flagelos e horizontes do mundo em rede: política, estética e pensamento à sombra dopós-humano. Porto Alegre: Sulina, 2009.

SANTAELLA, Lucia. Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano.Revista FAMECOS, Porto Alegre, nº 22, pp. 23-32. Dezembro 2003

SANTOS, Laymmert Garcia dos Santos. Politizar as novas tecnologias. 2.ed. São Paulo:Ed.34, 2011

SALGADO, Thiago. PÚBLICOS ALGORÍTMICOS: Relevância e recomendação no YouTube. In: HOMSSI, Aline Monteiro et al.(org.) Tempos de rupturas: críticas dos processos comunicacionais. Ouro Preto: Universidade Federal de Ouro Preto, 2017.

SANTAELLA, Lúcia. A Ecologia Pluralista da Comunicação.
São Paulo : Paulus, 2010

SANTOS, Laymert. Garcia. Politizar as novas tecnologias: o impacto sócio-técnico da informação digital e genética. São Paulo: Ed.
34, 2003.

SCOLARI, Carlos A. From (New)Media to (Hyper)Mediations. Recovering Jesús Martín-Barbero’s Mediation Theory in the Age of Digital Communication and Cultural Convergence, Information, Communication & Society 18(9): 1092-1107. 2015

SHIRKY, Clay. Lá Vem Todo Mundo. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Ed. 2012

SIEGERT, Bernhard. Cacography or Communication? Cultural Techniques in German MediaStudies. Grey Room. vol. 29, pp. 26–47, Winter 2008

___________________. Cultural Techniques: Or the End of the Intellectual Postwar Era inGerman Media Theory. Theory, Culture & Society vol. 30 n.6, pp. 48–65, 2013

_________________. Cultural Techniques: grids, filters, doors, and other articulationsof real. Fordham University Press: New York, 2015

SILVEIRA, Sérgio Amadeu. O governo dos algoritmos. Revista de Políticas Públicas v.21 n. 1 p 267-281, 2016

SILVER, Nate. O sinal e o ruído: por que tantas previsões falham e outras não. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013.

STERNE, Jonathan. Bourdieu, Technique and Technology. Cultural
Studies.
  Vol. 17 n. 3 / 4,  pp.367–389,  2003.

STRIPAS, Ted. Algorithmic Culture. European Journal of Cultural Studies. V. 18 n. 4-5, pp. 395-412, 2015

STRÖMBÄCK, Jesper. Four Phases of Mediatization: An Analysis of the Mediatization of Politics. The International Journal of Press/Politics. V. 13, n. 3, p. 228-246, Jul. 2008

TAPSCOTT, Don, WILLIAMS, A. D. Wikinomics. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,2007

TRÄSEL, Marcelo. Aprendendo a se deixar guiar por dados: a formação dos jornalistas da equipe Estadão Dados. Revista Brasileira de Ensino de Jornalismo, Brasília, v. 4, n. 14, p. 85-99, jan./jun. 2014.

Disponível em: http://www.fnpj.org.br/rebej/ojs/index.php/rebej/article/view/345

TRÄSEL, Marcelo. Hacks and hackers: the ethos and beliefs of a group of
Data-Driven Journalism professionals in Brazil. Revista Famecos, v.25,
n.1, 2018. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistafamecos/article/view/27589

TRÄSEL, Marcelo. Toda resistência é fútil: o jornalismo, da inteligência coletiva à inteligência artificial. In: PRIMO, Alex (org.). Interações em rede. Porto Alegre: Sulina, 2013.

UGARTE, David. O poder das redes. Manual ilustrado para pessoas, organizações e empresas, chamadas a praticar o ciberativismo. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008. Disponível em: <http://deugarte.com>. Acesso em: 13 de março de 2009.

van DJICK, J. The culture of connectivity: A critical history of social media. New York: Oxford University Press, 2013a

van DIJCK, J., & POELL, T. Understanding social media logic. Media and Communication,1(1),2–14, 2013 b www.librelloph.com/mediaandcommunication/article/view/MaC-1.1.2

van DIJCK, J. . Datafiction, dataism and dataveillance: Big data between scientific paradigm and secular belief. Surveillance and Society, 12(2),197–208, 2014

van DIJCK, Jose. After Connectivity: The Era of Connectication. Social Media and Society, April-June 2015: 1–2

van DJICK, J. & POELL, T. Social media platforms and education. In: The SAGE Handbook of Social Media, 579-591, edited by Jean Burgess, Alice Marwick & Thomas Poell. London: Sage, 2018.

VERÓN, Eliseo. Teoria da midiatização: uma perspectiva semioantropológica e algumas de suas consequências. Matrizes, São Paulo, v. 8, n. 1, p. 13-19, jan/jun. 2014.

VVAA. Esfera Pública, Redes e Jornalismo. Rio
de Janeiro: e-papers, 2009

WATTS, Duncan J. Seis Graus de Separação. São Paulo:
Leopardo, 2009

WILLIAMS, Raymond. Televisão: tecnologia e forma cultural.
São Paulo: Boitempo; Belo Horizonte: PUC Minas, 2016

WU, Tim. Impérios da Comunicação. Rio de Janeiro
:Zahar, 2012

WU, Tim, GOLDSMITH,
Jack. Who Controls the Internet? New
York: Oxford University Press, Oxford University Press, 2008

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *